Ela já estava na cama quando ele chegou, seu irmão dormia ao lado. Ele ficou fascinado com sua beleza, ela era linda. Muito nova, mas linda. Pela primeira vez admitiu que tinha inveja do irmão mais caçula.
Ele se sentou na cama ao lado dela. Ela, claro, não se moveu. Juntou toda sua coragem e passou levemente a mão por sua pele macia, sentiu um arrepio ao notar como era suave e fresca. Segurou uma exclamação de prazer, não podiam fazer barulho, o irmão dormia a centímetros dali. Sentiu-se um pouco envergonhado, era errado desejar o que era de seu irmão? Ficou apreensivo, nunca havia feito aquilo, e se alguém os visse?
Ignorando todo o bom senso ele a puxou devagar para perto de si. Ele estava sentado na cama e ela sobre ele, imóvel. O quarto estava na penumbra, então, tateando com os dedos ele soltou dois pequenos cordões que prendiam alguma coisa na parte de cima. Olhou para ela com atenção e o que viu o deixou em êxtase, não havia nada o que soltar na parte de baixo. Ela tinha que ser dele, seu irmão não a merecia!
Com delicadeza ele deslizou os dedos para dentro dela. Era macia ao toque, quente. A textura sedosa que sentiu nos dedos o levou a um estado de puro desejo e num rompante de luxúria extrema ele a abriu com suavidade e tentou se enfiar lá dentro. Era difícil, ela era pequena e nova e já haviam lhe dito ele era muito grande. Além do mais, ele devia ter cuidado afinal ele seria o primeiro!
Estava difícil, ela estava rígida, tensa, não cedia. Segurando um gemido ele tentou abri-la um pouco mais, fez força com as mãos por baixo dela e se empurrou com força para seu interior. Aquilo doía, mas ele manteve a pressão e ignorando a dor e o absurdo de seu ato finalmente notou que havia conseguido. Estava dentro dela! A sensação era ótima, se sentia aconchegado, aquecido, apesar de um pouco espremido. Tentou tirar e sentiu que ela resistia, ainda estava rígida e tensa. Devagar e com carinho conseguiu sair e entrou novamente, desta vez com mais força. Repetiu o movimento de entrar e sair algumas vezes e descobriu que, afinal, ela não era tão pequena assim.
Resolveu mudar de posição, sentado na cama não poderia experimentar todas as sensações. Queria senti-la sob o seu peso. Levantou-se, mas a dor quase o fez cair. Ela era pequena por dentro, apertada. Fez força com as pernas e conseguiu se colocar de pé. Mas o incômodo era muito grande, sua pele estava esticada e parecia que ela ia se romper. Mordeu os lábios para não gritar e se deixou cair novamente na cama. A dor era incrível, saiu de dentro dela o mais rápido que pode e, ofegante, atirou-a de volta na cama. Olhou em volta assustado, perscrutando a penumbra. Levantou-se envergonhado e saiu apressado do quarto.
Naquela noite ele jurou a si mesmo que nunca mais tentaria calçar a bota nova de seu irmão caçula.
Ele se sentou na cama ao lado dela. Ela, claro, não se moveu. Juntou toda sua coragem e passou levemente a mão por sua pele macia, sentiu um arrepio ao notar como era suave e fresca. Segurou uma exclamação de prazer, não podiam fazer barulho, o irmão dormia a centímetros dali. Sentiu-se um pouco envergonhado, era errado desejar o que era de seu irmão? Ficou apreensivo, nunca havia feito aquilo, e se alguém os visse?
Ignorando todo o bom senso ele a puxou devagar para perto de si. Ele estava sentado na cama e ela sobre ele, imóvel. O quarto estava na penumbra, então, tateando com os dedos ele soltou dois pequenos cordões que prendiam alguma coisa na parte de cima. Olhou para ela com atenção e o que viu o deixou em êxtase, não havia nada o que soltar na parte de baixo. Ela tinha que ser dele, seu irmão não a merecia!
Com delicadeza ele deslizou os dedos para dentro dela. Era macia ao toque, quente. A textura sedosa que sentiu nos dedos o levou a um estado de puro desejo e num rompante de luxúria extrema ele a abriu com suavidade e tentou se enfiar lá dentro. Era difícil, ela era pequena e nova e já haviam lhe dito ele era muito grande. Além do mais, ele devia ter cuidado afinal ele seria o primeiro!
Estava difícil, ela estava rígida, tensa, não cedia. Segurando um gemido ele tentou abri-la um pouco mais, fez força com as mãos por baixo dela e se empurrou com força para seu interior. Aquilo doía, mas ele manteve a pressão e ignorando a dor e o absurdo de seu ato finalmente notou que havia conseguido. Estava dentro dela! A sensação era ótima, se sentia aconchegado, aquecido, apesar de um pouco espremido. Tentou tirar e sentiu que ela resistia, ainda estava rígida e tensa. Devagar e com carinho conseguiu sair e entrou novamente, desta vez com mais força. Repetiu o movimento de entrar e sair algumas vezes e descobriu que, afinal, ela não era tão pequena assim.
Resolveu mudar de posição, sentado na cama não poderia experimentar todas as sensações. Queria senti-la sob o seu peso. Levantou-se, mas a dor quase o fez cair. Ela era pequena por dentro, apertada. Fez força com as pernas e conseguiu se colocar de pé. Mas o incômodo era muito grande, sua pele estava esticada e parecia que ela ia se romper. Mordeu os lábios para não gritar e se deixou cair novamente na cama. A dor era incrível, saiu de dentro dela o mais rápido que pode e, ofegante, atirou-a de volta na cama. Olhou em volta assustado, perscrutando a penumbra. Levantou-se envergonhado e saiu apressado do quarto.
Naquela noite ele jurou a si mesmo que nunca mais tentaria calçar a bota nova de seu irmão caçula.
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